#Repost @equilibrardamente
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Em meus relacionamentos anteriores, caos e imprevisibilidade era excitante. Isso significava que eu era amada.

Era a mesma versão de amor que testemunhei em meus pais: cheia de camadas profundas de controle inconsciente e padrões de abandono emocional.

Sempre que somos criados em lares onde há controle e abandono, tornamo-nos hipervigilantes. Aprendemos que devemos estar sempre atentos à próxima crise.

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Observe o comportamento das pessoas ao nosso redor, na espera do “dar um passo em falso”. O caos se torna nossa norma e nossos corpos aprendem laços de trauma como amor.

Na idade adulta essa dinâmica libera hormônios do estresse no corpo. Esses hormônios do estresse criam um sentimento de amor, apego e vínculo que é altamente intenso. Da mesma forma que aprendemos a criar laços quando crianças.

O vício nesses padrões é tão poderoso que muitos de nós sabemos mentalmente que essas dinâmicas não são saudáveis ​​porém não conseguimos deixá-las.

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Parece existir uma esperança (assim como fizemos na infância) de que a pessoa mudará. Vai nos ver, nos amar sem querer mudar quem somos.

Quando me tornei consciente desses padrões após meu divórcio, percebi com que frequência estava criando essas dinâmicas inconscientemente.

Isso deu início a uma longa jornada de desaprender uma versão de amor que me fez sentir rejeitada / ansiosa e reaprender uma versão de amor como um espaço seguro de evolução mútua.

Isso significava que eu também precisaria assumir a responsabilidade por meu próprio trauma de apego.

Hoje vivo um relacionamento incrível, cheios de wouuu e com muita consciência de mim mesma.

Você conhece alguém que vive assim? Salve para nunca mais esquecer de ser o seu próprio amor primeiro




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